quinta-feira, 24 de setembro de 2009

.......E no final do cometa estava lá, uma carrancuda centopéia, astronauta por opção, circundada por uma áurea amarronsada que pesava sob seus ombros, aleatoriamente um son ensurdecedor brotava pelas pontas de seus quadrados pelos derrubando toda e qualquer fruta que estivesse dormindo.
Poderosamente a chuva tomou conta daquele terreno meteórico, atormentando a mãe terra com suas gotas enormes de uma tonetalada cada.
Estranhamente um desejo de me tornar indesejado, calafrios necrotéricos, resíduos agrários brotando em minha pele, e um semblante asmático. Hoje em dia moro no oco de uma árvore velha de galhos tortuosos, ramalhuda, me alimentado de algas e seiva bruta..