terça-feira, 10 de fevereiro de 2009


A onça perdida no meio de passos sem fim, se embrenha na selva de pedra, com arco e flecha em punho, assuntando achar que podia trombar um baio, é, um cavalo baio, mais pra q ? Já dizia o velho índio, quem faz a vela, não dorme no escuro! plantarei antenas no seu império profano, suburbano fazendo som, pra colher depois mudando a cor da nossa casa, pegando pregos entre as asas, pisando alto entre as taras, cavando tentando achar o fundo de minha mente. Queee?
Devolve minha bicicleta verde limão senhor Gargamel, volte pra sua casa na árvore, pare de nos atormentar com seus cuspes falantes, deixe que nossa vida se entende com ela mesma......

A historia se passa na vida simples e concreta da nobre puta de olhos azuis, com semblante asmático cheia de piercings genitais, onde um som azul elétrico brota do meio da sopa, trazendo um jato de tinta que por sua vez atropela a velha amante servia das três luas, que por uma fatia de pão cortava o próprio dedo mindinho pensando que um dia estudando bastante e trepando as vezes poderia ser alguém com alguns papéis impressos pra compra uma dessas caixas quadradas que tem rodas e soltam fumaça mas não fumam cigarro. Talvez possa ser verdade, mas o fundo sempre tem um final, nem sempre bom mais um final, liso, áspero, lodoso, melado, rugoso, complexo de golgi, instrumento de base, sem saber o que acontece, a cachaça, por mais transparente que seja, sempre algo acontece.............................


Cogumelos gigantes - Fernandópolis/SP


Caminhada conciente, no meio do mato lodo, brejo mato inteligente, eis que num belo pasto iluminado surge em minha frente varios amigos fungos no alagado, estrume de vaca, pasta de grama mascada fresquinha, brota no meio dela , cubensis mágicos, que sao coletados apenas com a permissao deles, amigos duendes me guiaram diante o trecho alagadiço, fui emboracom o sorriso no rosto , alegre por ter um dente mole num dia chuvoso com alguns mariscos.