A onça perdida no meio de passos sem fim, se embrenha na selva de pedra, com arco e flecha em punho, assuntando achar que podia trombar um baio, é, um cavalo baio, mais pra q ? Já dizia o velho índio, quem faz a vela, não dorme no escuro! plantarei antenas no seu império profano, suburbano fazendo som, pra colher depois mudando a cor da nossa casa, pegando pregos entre as asas, pisando alto entre as taras, cavando tentando achar o fundo de minha mente. Queee?
Devolve minha bicicleta verde limão senhor Gargamel, volte pra sua casa na árvore, pare de nos atormentar com seus cuspes falantes, deixe que nossa vida se entende com ela mesma......
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